Soneto de Esio Antonio Pezzato

 

A Palavra fulgura em minha mente

Depois valseia como brisa leve.

E cai no chão, transforma-se em semente,

E vai brotando de maneira breve.

 

Rompe as paredes frígidas de neve

E se transmuda em lava efervescente.

Chega às mãos que em desenhos a descreve

Passando a ser mensagem num repente.

 

No correr dos delírios dos minutos,

Freme em folhas e flores, fulge em frutos,

E cascateia em versos de prazer.

 

A Palavra na força que me doma

Faz-me invencível gladiador de Roma

No intrépido desejo de vencer!

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