@ Miguel Russowsky

Ela e a Tristeza, sim há semelhança,

ambas estão no pensamento agora.

E a chuva chove... Chove e não se cansa...

Muito solícita a vidraça chora.

 

O meu relógio diz, de hora em hora,

Uma palavra só: - Desesperança!

E a chuva chove lenta, fria e mansa

e mansa e fria não se vai embora.

 

A minha amada, longe, não me escreve...

Corre em meu rosto a lágrima, de leve

e vem borrar o retratinho antigo.

 

A solidão renova o olhar sizudo...

Chove... Silêncio... ( e o telefone mudo)

 Pois bem, Tristeza, janta aqui comigo!

(Direitos autorais reservados ao autor)

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