© Soneto Yara Monteiro Rodrigues

Ninguém se importa se eu não tenho porta

- Não tenho porta aberta para entrar -

Não tenho casa, mas o que me abrasa,

É a tal brasa que se faz no olhar!

 

É muito duro ver que meu futuro

É um mar impuro de ondas desprezadas!

E o sentimento é de ressentimento

Pelo momento incerto das passadas.

 

E o que se ancora pelo mar do agora

É a dor que implora o sonho de viver

De um simples ser que sabe o que é sofrer.

 

Estou na rua com essa face nua

Vendo que a lua adorna a madrugada

Quando eu sem nada, nada, nada e nada!

Autoria: Yara Monteiro Rodrigues

Idade: 12 anos

(Direitos autorais reservados à autora)

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