© Soneto Nato Azevedo

 Eis que um pobre, dentre os demais, à espera

do Juízo Final que os mediria

vê, sobre a multidão que o desespera,

o Deus que a legião de arcanjos guia.

 

Dirige-se ao Senhor e principia:

­Vivi por longos anos vida austera,

sem cobiça ou vaidade ­ em laje fria­

qual cão sem dono que tudo tolera.

 

­ Se nada pude dar, pois nada tinha,

para ganhar o céu fiz o preciso...

cumpri as vossas Leis na vida minha.

 

- Tivesses dado ao próximo um sorriso

(réplica do Criador) você já vinha

sentar entre os irmãos, no Paraíso!

 Autor: Nato Azevedo

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